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A humanidade sempre procura avançar de acordo com suas necessidades. No caso dos crachás não é diferente. Tem muita noticia surgindo sobre o assunto e tecnologias que são no mínimo polêmicas. Uma pergunta: Você aceitaria substituir o tão cômodo crachá por um chip implantado em seu corpo?
 
Algumas empresas britânicas, estão procurando uma determinada instituição que produz chips de tecnologia na Europa, para revolucionar suas operações internas de identificação de seus funcionários.
 
Vamos discutir até que ponto é ético a pessoa ser obrigada a implantar este tipo de tecnologia no corpo. Não seria uma espécie de violação do físico humano?
 
É o que vamos discutir a seguir.
 

Será que o seu crachá vai virar um chip em sua pele?


Segundo uma matéria publicada na página da Exame, uma empresa Sueca, por nome de Biohax, que produz chips tem recebido contatos de algumas grandes empresas britânicas, algumas do setor financeiro para desenvolverem uma formula para implantar esse material sob a pele do funcionário.
 
A ideia é impedir que áreas restritas da empresa venham a ser acessadas por pessoas não autorizadas. Mas, até que ponto uma tecnologia deste porte não pode ser violada e falsificada? Porque um crachá bem produzido e com recursos avançados de segurança não pode resolver o problema?
 
Descubra a seguir, os problemas éticos que envolvem a tecnologia.
 

Por que um chip sob a pele é perigoso?


Imagine uma pequena tecnologia sendo implantada em seu corpo para fins benéficos para a própria empresa? Fica difícil saber aonde o funcionário sai ganhando, pois, quem garante que ele não será monitorado 24 horas por dia? Esse é um grande temor, já que, a liberdade individual pode estar sendo ferida.
 
Fora que, a pessoa só poderá trabalhar na empresa se aceitar a implantação do chip em questão? Neste ponto, entra uma questão importante que discute a ética desta decisão. Não será a competência mais importante do que um tipo de regra controversa? Bem, precisa de muita reflexão antes da implantação.
 

O crachá ainda é a melhor alternativa?


Sim, pois, ainda oferece uma autonomia ao funcionário, de ele próprio ter o controle sobre o material e ser apenas avaliado no momento do controle de acesso. Não existirá uma invasão de privacidade do indivíduo e nem pressão para um uso que viole os seus limites físicos e sua ética profissional.
 
Quer aprender mais sobre os benefícios do crachá? Acesse o seguinte título: Porque devo usar crachá? 5 Verdades que a sua empresa precisa saber!